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Profissionais de Enfermagem protestam pelo pagamento do piso salarial e falta de insumos no HUT

Os profissionais de Enfermagem realizam nesta segunda-feira (23), uma manifestação pedindo o pagamento do piso salarial em Teresina e mais insumos para o Hospital de Urgência de Teresina (HUT). A categoria se reúne em frente à unidade de saúde. 

Em entrevista ao Notícia da Manhã, o presidente do Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos de Enfermagem do Piauí (Senatepi), Erick Riccely, disse que Teresina é a única capital que não fez o repasse do novo piso aos profissionais. Em nota, a FMS informou que está aguardando a lei municipal que autoriza o pagamento. (Veja no final da reportagem). 

“O que a gente sabe de informação da Fundação é que não tem previsão para esse pagamento e o que a gente fica receoso é de como está a conta com esse recurso, que é referente ao retroativo a maio e setembro, e já vai cair agora no final do mês o repasse de outubro. É a única capital do Brasil que não repassou. Então, os profissionais de Enfermagem que têm direito a essa complementação do piso salarial convocaram o sindicato para fazer essa manifestação hoje”, destacou.

No estado, a Lei retroativa do piso salarial da enfermagem foi sancionada ainda no mês de setembro. 

Erick Riccely acrescentou ainda que o protesto também denuncia a falta de insumos, como medicamentos e alimentos no HUT.

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“Denunciar todos os absurdos que vêm acontecendo por parte da gestão da Fundação Municipal de Saúde, a falta de alimentos para pacientes, a falta de medicamentos, a falta de material simples para curativo e outros insumos para garantir a assistência adequada ao paciente”, ressaltou o presidente.

O presidente do Senatepi destacou também que a manifestação foi decidida após uma reunião entre os profissionais na semana passada e fez um chamamento para que a categoria se concentre em frente ao HUT nesta manhã.

“Nós estamos convidando todos os profissionais neste momento do HUT e aqueles que se sintam prejudicados a participarem. Foi um convite dos próprios profissionais, que na semana passada fizemos uma reunião para tratar desse assunto e que não aguentam mais trabalhar dessa maneira, inclusive sem comida para se manter nas 12 horas de atividade, não só para os profissionais, mas também para os pacientes. Então, uma série de coisas está afetando, e por isso essa reivindicação é legítima, e a gente espera que, dessa vez, tenha um resultado”, finalizou Erick Riccely.

Confira a nota da FMS na íntegra: 

A FMS informa que está aguardando a Lei municipal que autoriza o repasse do pagamento aos profissionais da enfermagem. Após a lei autorizativa, o procedimento para pagamento dos valores repassados pelo Ministério da Saúde será iniciado com ampla divulgação, além do pagamento dos valores retroativos de acordo com os critérios da lei.

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