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Polícia Civil prendeu em flagrante duas golpistas por extorsão e organização criminosa

O segundo suspeito de envolvimento na morte de João Pedro Rocha Coelho, identificado pelas iniciais N. G. S. O, foi preso por equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) nesta segunda-feira (20). O corpo da vítima foi encontrado no Rio Poti, após ele ser capturado e torturado por membros da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), no dia 2 de junho deste ano.

Conforme o DHPP, no dia 30 de maio deste ano, a vítima estava junto com um amigo em uma motocicleta, trafegando na Vila Mocambinho I, quando foi capturado por faccionados, após parar o veículo para averiguar um problema mecânico.

Depois de ser capturado, João Pedro passou pelo Tribunal do Crime, pois de alguma forma os suspeitos tiveram a informação de que a vítima tinha envolvimento com a facção Bonde dos 40, por isso, ele foi torturado e depois jogado no Rio Poti, com duas pedras amarradas ao corpo.

Primeiro acusado preso na Apollo 11

Na noite da sexta-feira (17), por volta de 23h, o suspeito W. da S. B, foi preso dentro da boate Apolo 11, localizada no bairro Horto, na zona leste de Teresina, pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

As investigações do DHPP apontaram que, dentro do PCC, a função de W. da S.B era executar, ou seja, recebia ordens para matar os desafetos da organização criminosa. A ação que resultou na prisão do facionado contou com o apoio do 13º DP e 5º Batalhão da PM.

Entenda o caso

O jovem João Pedro Rocha Coelho desapareceu na noite do último domingo, 31 de maio, depois de ter sido pego por suspeitos no bairro Mocambinho I, zona norte de Teresina.

De acordo com familiares da vítima, ele havia saído de casa com um colega em uma motocicleta, afirmando que iria para o Mocambinho, no entanto, ao chegar ao local ele acabou sendo interceptado. O parceiro dele conseguiu escapar, mas ele acabou não tendo a mesma sorte.

Logo em seguida, vários vídeos passaram a circular nas redes sociais. Os suspeitos fizeram questão de mostrar a vítima sendo agredida e ao tempo todo questionada sobre qual facção ela fazia parte. Já na terça-feira, depois de várias denúncias, a Polícia Militar passou a fazer buscas às margens do Rio Poti, na região do Mocambinho I, e já na manhã de 2 de junho, o corpo dele foi encontrado boiando no meio do rio.

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