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Algumas Pérolas de Bolsonaro em 2021

Para blindar seus filhos e a si mesmo, Bolsonaro reconduz Aras para PGR, se aprovado na sabatina do Senado Federal irá para mais dois anos mandato, mas a expectativa é que ele passe facilmente pela nova sabatina, já que Bolsonaro está cada vez mais alinhado com o centrão, Aras é aquele que engavetou pedidos de investigação sobre o presidente Jair Bolsonaro e o mesmo que protegeu o 01 do presidente quando pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que rejeitasse ação que questionava o direito do senador e filho do presidente, Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) ao foro privilegiado no caso das “rachadinhas”.

Mas com isso o presidente da república poderá ficar tranquilo, pois esse mesmo procurador já se mostrou não ser tão comprometido com a corrupção, já que desde o início de seu primeiro mandato em setembro 2019, não lutou pela Lava Jato, pelo contrário lutou contra a operação, quando pediu que o banco de dados da Lava Jato de Curitiba fosse compartilhado com a cúpula do MPF em Brasília, e procuradores a época alertaram e temeram que as informações fossem usadas politicamente.

O procurador ainda afirmou que era preciso uma “correção de rumos” no MPF para que o “lavajatismo não perdure”, e assim viu a operação cair em ruínas com as manobras de Gilmar Mendes e seus amigos do STF, operação essa, que durante anos levou caciques partidários para cadeia, como Eduardo Cunha, José Dirceu, Alberto Youssef, João Vaccari Neto entre outros como o ex-presidente, ex-presidiário e agora ex-bandido Lula, coisa que o Brasil nunca viu, os famosos Bandidos de terno, que o País sempre teve e o que Povo sempre elege.

Se isso é bom para alguém, eu diria que só para Aras, pois se Bolsonaro perder a eleição em 2022, a aposta é que Aras se distancie do governo para tentar uma vaga no STF em 2023, quando dois dos atuais ministros se aposentam: Rosa Weber e Ricardo Lewandowski.

Quando o PT estava no poder, Aras mantinha boa relação com caciques do partido. Em 2013, ele realizou uma festa em sua casa para lançar o livro do ex-deputado petista Emiliano José. Estavam presentes Rui Falcão, então presidente do partido, e José Dirceu, ex-chefe da Casa Civil no governo Lula.

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